quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Alegres intervenções do Picasso Do POVO

Quem passeia por Salvador vai ver estampada em muros e praças  a arte dos mosaicos.Pedaços de azulejos que fazem grandes paineis narrativos nos muros,ladeiras ou qualquer lugar permitido na louca paisagem urbana.
Recentemente em minhas aulas de artes apresentei aos pupiplos as obras que viam mas como muitos ainda desconheciam o autor. 
É um dos artistas  que mais  contribui para intervenções artísticas na cidade com obras feitas a partir de diversas técnicas e espalhadas em vários cantos e pontos da capital baiana.
  O artista plástico Bel Borba nasceu e possui ateliê em Salvador-BA cursou a Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia.
     Nascido em 1957 se dedica à Pintura, Escultura (usando aço, madeira, pedra e fibra de vidro), e confecciona painéis de Mosaicos, Azulejos etc.
 

    
No decorrer dos anos já participou de inúmeras exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

Algumas das obras de Bel Borba podem ser vistas no Candeal, onde construiu uma serpente em aço inoxidável com 85 metros de comprimento, como também o mosaico que orna a bica do bairro, na Rua 18 de Agosto.
 Em 1997, Bel Borba lançou o projeto “novo grafismo de rua”, que lhe permitiu realizar uma iguana em mosaico numa encosta da avenida Juracy Magalhães. Logo depois, cobriu de mosaicos os pontos de ônibus, as árvores, as pedras, os postes e encostas do bairro da Amaralina, no bairro da Boca do rio, na Av. Contorno, Avenida Garibaldi, no bairro do Rio Vermelho e nos muros de várias escolas públicas ou privadas.
Muro com Arte
 Esculturas no Bairro do Rio Vermelho/Salvador

Homenagem ao Piloto Brasileiro Ayrton Senna

Painel de Mosaicos de Bel Borba Hospital Aliança Salvador-BA

Obras na praia de Itapuã.São mosaicos nas paredes,em bolas de concreto que retratam as figuras típicas de Itapuã e da Bahia 

 O artista passou durante 30 dias por diversos bairros da cidade, e criou instalações inspiradas no cenário urbano nova-iorquino.

 

Aqui reportagem completa


sábado, 25 de agosto de 2012

Memorial Mãe Menininha do Gantois

Projeto que beneficia o Memorial Mãe Menininha do Gantois é convocado pelo Edital Setorial de Museus

by Dimus

Foto - Claudiomar Gonçalves
O projeto “Acessibilidade comunicacional para o Memorial Mãe Menininha do Gantois” foi um dos 12 convocados pelo Edital Setorial de Museus, uma realização da Diretoria de Museus do IPAC, unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado, com recurso do Fundo de Cultura da Bahia.
A proposta prevê a criação de uma programação visual e de placas de sinalização para o memorial. O projeto inclui ainda a criação de um folder institucional com informações sobre o acervo e a história do memorial e do Terreiro do Gantois, um dos mais antigos e tradicionais terreiros de Candomblé da Bahia.
Criado em 1992, o Memorial “Mãe Menininha” é um grande expoente da cultura afro-brasileira, localizado no Ilê Iyá Omi Axé Iyamasé, mais conhecido como Candomblé do Gantois, espaço tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O acervo do Memorial contém mais de 500 peças, num estilo característico de coleção aberta, dividida em três núcleos expositivos: o espaço da mulher, Maria Escolástica; o espaço da sacerdotisa, Mãe Menininha, e a ambientação do seu aposento. A coleção é composta de mobiliário, imaginária, indumentária, objetos de uso pessoal, atributos, louça, documentos e fotografias.

sábado, 4 de agosto de 2012

Exposição Jorge Amado e Universal MAM-BA

          Como parte das comemorações do centenário de Jorge Amado, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) homenageia o escritor baiano com a exposição Jorge Amado e Universal. 
A mostra ocupa o térreo do Casarão, a Capela e a Galeria 1 do MAM-BA com fotografias, objetos, folhetos de cordel, filmes e imagens, cuja maioria é inédita para o público. A visitação de Jorge Amado e Universal é gratuita e acontece de 10 de agosto a 14 de outubro, de terça a sexta, das 13h às 19h, e sábados, domingos feriados,das das 14h às 19h.    
“Essa exposição é um desafio prazeroso de cumprir, tendo em vista a importância e alcance do homenageado e de sua obra. Buscamos elementos para que o público mergulhe em um vasto repertório de conteúdos sobre o homem, o escritor e a obra”, relata William Nacked, diretor-geral de Jorge Amado e Universal. “O público no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, já ultrapassou 130 mil pessoas. Tenho certeza que em sua terra Jorge Amado vai fazer ainda mais sucesso.”
Para a diretora do MAM-BA, Stella Carrozzo, “esta mostra apresentada ao povo baiano – personagem principal da obra de Jorge Amado – no conjunto arquitetônico Solar do Unhão do século 17, sede do MAM-BA, potencializa ao público visitante a experiência e entendimento do caráter histórico, social e antropológico de sua obra”.
A exposição é dividida em módulos distintos, cada um deles dedicado a um aspecto marcante na vida do autor. “Não tivemos a pretensão de esgotar nem a biografia, nem a criação ficcional de Jorge Amado. A ideia é fornecer pistas, sugerir caminhos, para que o visitante fique instigado, tenha vontade de ler e de descobrir mais depois da exposição”, informa Nacked.
A mostra se completa com extensa programação educativa desenvolvida pelo Núcleo de Arte e Educação do MAM-BA, oferecida a diferentes públicos durante os três meses de exposição.
A realização de Jorge Amado e Universal é da Grapiúna e da Fundação Casa de Jorge Amado, em parceria com a SecultBA, através da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) e do Museu de Arte Moderna da Bahia. O patrocínio é do Banco Santander e o apoio cultural da Braskem.
Desenvolvimento e organização são da N&A Mercado Cultural e AMCCB – Associação de Museus e Casas de Cultura do Brasil. A direção geral é de William Nacked; Ana Helena Curti responde pela direção de produção e Daniela Thomas e Felipe Tassara pela expografia.
                 
FONTE:        

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Exposição em São Paulo recebe importantes obras do impressionismo.

Algumas das obras mais importantes da história da arte poderão ser vistas numa exposição que começa neste fim de semana, em São Paulo.
A primeira tela a aparecer é quase uma síntese do Impressionismo: a ponte japonesa e o lago das ninféias de Claude Monet. A pintura veio de Paris, do Museu d'Orsay com outras 84 telas para a exposição “Impressionismo, Paris e a modernidade”.
                                
Pelo valor da embalagem se imagina o valor do conteúdo. Cada uma das telas viajou numa caixa feita sob medida, com seis camadas protetoras de densidades diferentes e um sistema de isolamento térmico. Elas foram distribuídas por seis vôos diferentes vindos de Paris. Quando chegaram a São Paulo ficaram 48 horas num lugar secreto, para se aclimatar, e só depois disso foram abertas, como antigas arcas de lendários tesouros.
"O Tocador de Pífano”, de Édouard Manet (1866)
                               
Vieram oito Renoir, sete Monet, três Cézanne, um Degas, quatro Gauguin, um Van Gogh, três Manet, entre tantos outros.
A curadora-chefe do Museu d'Orsay, Caroline Mathieu, que escolheu as obras para a exposição no Brasil disse que para ela está sendo uma aventura e uma redescoberta ver as telas tão próximas umas das outras, muito diferente do que acontece no Museu d'Orsay,
Renoir Jeunes filles au piano (Girls at the Piano)
1892
                                         
É uma volta ao passado, o prédio que abriga a exposição é do começo do século 20, as salas foram pintadas com tons fortes numa ambientação do século 19.
“Essas cores na verdade fazem realçar o fundo dos quadros. Essa coisa mais calorosa, bem próxima”, disse o chefe do depto de museografia do Museu d'Orsay, Virginia Fienga.
A exposição está dividida em duas partes: 'Paris é uma festa' mostra a cidade moderna e a vida urbana. As cenas da vida burguesa por Renoir, a garçonete num café concerto por Manet.
Um outro módulo é dedicado aos artistas que saíram de Paris e buscaram a inspiração no campo. Lá estão os trabalhos de Gauguin em Arles, Cézanne e as paisagens da Provence, formas que anunciavam uma nova transformação na arte.
"Natureza Morta com Sopeira”, de Paul Cézanne (1877)
"Dançarinas Subindo uma Escada”, de Edgar Degas (1890)

A exposição acontece no CCBB-SP. Em outubro, ela vai ser transferida para o Rio de Janeiro.
  Fonte:G1

domingo, 29 de julho de 2012

Florbela Espanca

JUNQUILHOS...
Nessa tarde mimosa de saudade 
Em que eu te vi partir, ó meu amor,
Levaste-me a minh'alma apaixonada 
Nas folhas perfumadas duma flor.
E como a alma, dessa florzita, 
Que é minha, por ti palpita amante! 
Oh alma doce, pequenina e branca, Conserva o teu perfume estonteante!
Quando fores velha, emurchecida e triste, Recorda ao meu amor, com teu perfume 
A paixão que deixou e qu'inda existe...
Ai, dize-lhe que se lembre dessa tarde, Que venha aquecer-se ao brando lume 
Dos meus olhos que morrem de saudade!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Arte nas Ruas...

Ontem em minha aula de Artes para crianças do 6°ano o assunto foi Arte e Cidade.
As crianças adoraram o tema e foi uma aula muito produtiva,
partindo para trabalho em grupo solicitado pelos próprios alunos.
Hoje recebi por email uma noticia muito legal sobre este mesmo tema e quero compartilhar.
A noticia esta no blog.
“Arte Fora do Museu” mapeia obras que estão nas ruas de São Paulo"
O projeto Arte Fora do Museu pretende mapear na cidade de São Paulo as obras de arte que estão nas ruas, ao alcance de qualquer cidadão, mas que passam despercebidas por já fazerem parte da paisagem. Paredes, prédios e até canais de esgoto escondem trabalhos sofisticados e pouco reconhecidos no dia a dia.
No site do projeto existem galeria de fotos dividindo em categorias (arquietura,escultura,grafite ou mural),mapa de localização da obra e ainda videos.Com a opção para aplicativo em iphone( navegar é preciso!).
A idéia é muito boa e espero que se expanda para outras cidades.
grafites do Cambuci

 

Obra de arte Sete Ondas, da Amélia Toledo, no Parque do Ibirapuera (Foto: André Deak)

 

Mural em edifício na Avenida Angélica, de Cláudio Tozzi (Foto: André Deak)

 

sábado, 16 de junho de 2012

Olaf Hajek

Há muito quero postar sobre o artista plástico Olaf Hajek.
Conheci suas obras através da abertura da série Global "afinal o que querem as mulheres" na qual Hajek criou as ilustrações especialmente para o seriado.
Alemão  com senso criativo super alegre. Mistura botânica, flores frutos elemntos da moda e objetos Conseguindo um " realismo mágico e mitólogico" segundo os criticos.
Na minha opinião tem um estilo com um olhar tropicalista ,expresivo nas obras de Frida Kahlo, forte colorido e com muita diversão.
As formas femininas exprimem ao mesmo tempo delicadeza e firmeza.
O artista envolve com naturalismo referências latino-americanas, africanas sempre presente em seus retratos.
Me encantei logo que vi e não é por acaso que uso uma de suas pinturas em minha descrição pessoal tamanha a admiração que tenho pelos seus trabalhos.
Um belo passeio para os olhos com essas lindas ilustrações.

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