sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Escultura em tamanho real de Jorge Amado será inaugurada dia 19 de dezembro
Feito pelas mãos do artista plástico Tatti Moreno, o bairro do Rio Vermelho ganhará três moradores fixos a partir do dia 19 de dezembro. As esculturas de Jorge Amado, Zélia Gattai e do cachorro Fadul, um pug que o casal mantinha como animal de estimação, serão instaladas ao lado da Igreja de Santanna, próximo ao conhec
ido Largo de Dinha.
As esculturas em tamanho natural são feitas de bronze e foram confeccionadas a partir de uma foto em que Jorge e Zélia aparecem sentados em um banco de madeira, ao lado de Fadul. Segundo Tatti Moreno, o material da obra e o projeto foi patrocinado pela Caixa Econômica Federal, Bahiagás e Bahiatursa.
Solicitado pela Associação de Moradores do Rio Vermelho em 2010 para integrar as comemorações do centenário de Jorge Amado, que aconteceu durante todo o ano, a obra será inaugurada neste mês para contar com a participação dos filhos do escritor, Paloma Amado e João Jorge.
Além das esculturas, uma placa será colocada no local com uma frase de Jorge Amado -- "Na Bahia, toda criação provém do povo, de sua graça e de sua força".
As esculturas em tamanho natural são feitas de bronze e foram confeccionadas a partir de uma foto em que Jorge e Zélia aparecem sentados em um banco de madeira, ao lado de Fadul. Segundo Tatti Moreno, o material da obra e o projeto foi patrocinado pela Caixa Econômica Federal, Bahiagás e Bahiatursa.
Solicitado pela Associação de Moradores do Rio Vermelho em 2010 para integrar as comemorações do centenário de Jorge Amado, que aconteceu durante todo o ano, a obra será inaugurada neste mês para contar com a participação dos filhos do escritor, Paloma Amado e João Jorge.
Além das esculturas, uma placa será colocada no local com uma frase de Jorge Amado -- "Na Bahia, toda criação provém do povo, de sua graça e de sua força".
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Unesco concede título de Patrimônio Imaterial da Humanidade ao frevo
O frevo, principal ritmo que anima o carnaval pernambucano, foi
reconhecido nesta quarta-feira (4) como Patrimônio Imaterial da
Humanidade. O anúncio foi feito em Paris, durante a cerimônia organizada
pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a
Cultura (Unesco).
A escolha do ritmo para receber o título se deu na 7ª Sessão do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, na sede da Unesco. A proposta de inscrição do frevo foi realizada pelo Ministério da Cultura (MinC) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O frevo foi a única expressão da cultura brasileira avaliada nesta sessão, junto com outras 35 propostas, entre elas o canto budista de Ladakh (Índia), o trançado de chapéus de palha (Equador) e a luteria tradicional de violinos em Cremona (Itália).
O frevo tem o título de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro desde 2007, ano do seu centenário, quando também foi inscrito pelo Iphan no Livro de Registro das Formas de Expressão. De acordo com a inscrição, 'é uma forma de expressão musical, coreográfica e poética, enraizada no Recife e em Olinda, no estado de Pernambuco. Trata-se de um gênero musical urbano que surgiu no final do século 19, no carnaval, em um momento de transição e efervescência social como uma forma de expressão popular nessas cidades'. O frevo tem três modalidades: frevo de rua, frevo de bloco e frevo-canção.
Uma comissão partiu do Recife para acompanhar a reunião, junto à secretária de Cultura do Recife, Simone Figueirêdo, e ao presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), André Brasileiro. A comissão é formada por 25 pessoas, sendo artistas de diversos segmentos do frevo e representantes do Iphan, da Prefeitura do Recife, Governo do Estado, Prefeitura de Olinda e Fundação Joaquim Nabuco (Ministério da Educação). A ministra da Cultura, Marta Suplicy, e a presidenta do Iphan, Jurema Machado, integram a delegação brasileira.
De acordo com a Unesco, o Patrimônio Cultural Imaterial abrange práticas e expressões vivas passadas de uma geração à outra. Inclui tradições orais, artes performáticas, práticas sociais, eventos celebratórios, sabedorias e práticas relacionadas à natureza e ao universo, assim como os saberes e habilidades de trabalhos artesanais tradicionais.
Fonte
A escolha do ritmo para receber o título se deu na 7ª Sessão do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, na sede da Unesco. A proposta de inscrição do frevo foi realizada pelo Ministério da Cultura (MinC) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O frevo foi a única expressão da cultura brasileira avaliada nesta sessão, junto com outras 35 propostas, entre elas o canto budista de Ladakh (Índia), o trançado de chapéus de palha (Equador) e a luteria tradicional de violinos em Cremona (Itália).

O frevo tem o título de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro desde 2007, ano do seu centenário, quando também foi inscrito pelo Iphan no Livro de Registro das Formas de Expressão. De acordo com a inscrição, 'é uma forma de expressão musical, coreográfica e poética, enraizada no Recife e em Olinda, no estado de Pernambuco. Trata-se de um gênero musical urbano que surgiu no final do século 19, no carnaval, em um momento de transição e efervescência social como uma forma de expressão popular nessas cidades'. O frevo tem três modalidades: frevo de rua, frevo de bloco e frevo-canção.
Uma comissão partiu do Recife para acompanhar a reunião, junto à secretária de Cultura do Recife, Simone Figueirêdo, e ao presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), André Brasileiro. A comissão é formada por 25 pessoas, sendo artistas de diversos segmentos do frevo e representantes do Iphan, da Prefeitura do Recife, Governo do Estado, Prefeitura de Olinda e Fundação Joaquim Nabuco (Ministério da Educação). A ministra da Cultura, Marta Suplicy, e a presidenta do Iphan, Jurema Machado, integram a delegação brasileira.
De acordo com a Unesco, o Patrimônio Cultural Imaterial abrange práticas e expressões vivas passadas de uma geração à outra. Inclui tradições orais, artes performáticas, práticas sociais, eventos celebratórios, sabedorias e práticas relacionadas à natureza e ao universo, assim como os saberes e habilidades de trabalhos artesanais tradicionais.
Fonte
domingo, 2 de dezembro de 2012
Na poética de Carlos Drummond de Andrade
(...) Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
(...) E de tudo fica um pouco.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória.
(Resíduo)
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Irmãos Campana criam carpete para o Theatro Municipal de São Paulo
O Theatro Municipal de São Paulo acaba de ganhar mais uma peça dos irmãos Campana. Depois de três anos de reformas, o monumento reabriu as portas em junho de 2011, com fachada revitalizada, palco mais moderno e poltronas restauradas. Faltava, no entanto, um toque final. O tapete vermelho estava desgastado pelo tempo. A dupla de designers, que já havia feito um espelho e um balcão para o restaurante do local, foi chamada novamente. Eles fizeram um carpete com os desenhos modernos da linha Sushi, que faz contraste interessante com a arquitetura clássica e os dourados da decoração do teatro.
A série Sushi foi lançada em 2002, com desenhos que parecem rolos califórnia, prato japonês que faz sucesso no Brasil. O carpete de lã de ovelhas australianas foi produzido pela empresa iraniana Belluchi. Para os fãs do trabalho da dupla, uma boa notícia: foi feita uma quantidade maior do que seria usada no Municipal e agora as peças extras podem ser compradas. Mas é preciso correr, pois a linha não será editada posteriormente. À venda na DBox, por 1.260 reais o metro quadrado.
Fonte
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
A exposição "Artistas da Tapeçaria Moderna" reúne grandes nomes: Genaro de Carvalho, Jacques Douchez e Jean Gillon
A galeria Passado Composto Século XX comemora seu décimo aniversário com
a realização desta exposição e reafirma a paixão de sua diretora, Graça
Bueno, pela nossa brasilidade moderna artística e única, apresentando
seu acervo, contando com coleções particulares e apoios institucionais.
De 19 de setembro a 17 de novembro, a galeria apresenta tapeçarias,
estudos, cartões modelo, documentos e vídeos de Genaro de Carvalho,
Jacques Douchez e Jean Gillon. A mostra tem curadoria de Alejandra
Muñoz, arquiteta e professora de História da Arte da Escola de Belas
Artes da Bahia (EBA/UFBA).


Por Alejandra Muñoz, curadora
A galeria Passado Composto Século XX reúne três dos principais artistas da tapeçaria moderna brasileira numa perspectiva abrangente de fruição da arte têxtil, enquanto objeto estético, processo criativo, resultado técnico, repertório temático e trajetória profissional de seus realizadores. Três artistas, três tempos, três espaços: o baiano Genaro de Carvalho (1926-1971), o francês Jacques Douchez (1921-2012, radicado no Brasil desde 1947) e Jean Gillon (1919-2007, nascido na Romênia e naturalizado brasileiro). Da extensa produção dos três artistas, são focalizadas tapeçarias planas produzidas entre os anos 1950 e 1970, acompanhadas de cartões-modelo e estudos organizados em grandes temas que evidenciam uma linha estética muito próxima e referências comuns. Tal legado que, em termos históricos e estéticos, coincide com o Movimento Tropicalista, foi fundamental para a afirmação de uma brasilidade moderna, talvez pouco conhecida ou quase esquecida pelo grande público de hoje.
O francês Jean Lurçat (1892-1966) foi o grande mestre de referência dos artistas tapeceiros modernos, dentre eles, Jean Gillon, que conheceu Genaro de Carvalho e com quem manteve longa amizade e admiração comum pelo trabalho de Lurçat. Em 1954, o próprio Lurçat esteve no Brasil e, passando por Salvador, conheceu o ateliê de Genaro que começara a fazer suas primeiras tapeçarias no ano anterior. No ano seguinte, a Enciclopédia Delta Larousse já se referia a Genaro como o fundador da tapeçaria-mural no Brasil. Segundo Gillon, embora desde fins dos anos 1940, ele aprendera técnicas de tapeçaria, foi graças à "recusa" de Genaro de produzir tapeçarias de seus desenhos que o "obrigou" a fazer as suas próprias em fins dos anos 1960. Mas, muito antes, em 1957, São Paulo já contava com importante centro de produção de tapeçarias, o ateliê Douchez-Nicola, que tinha teares comprados da pioneira fábrica Tapetes Regina, de Regina Graz. Jacques Douchez, discípulo de Samson Flexor (1907-1971), foi integrante desde 1951 do Atelier-Abstração e participou com tapeçarias das 7ª, 8ª e 9ª, 11ª e 13ª Bienal de São Paulo, sendo um dos principais impulsores da arte têxtil no Brasil e um dos idealizadores da I Mostra de Tapeçaria Brasileira realizada na FAAP, em 1974.
No momento atual de retomada e revisão dos valores modernos brasileiros, o resgate da produção de tapeçaria é não apenas pertinente como necessário para o redimensionamento da complexidade da arte brasileira. As obras de Genaro, Douchez e Gillon, além do deleite visual e estético, refletem uma brasilidade sutil, afastada de clichês e folclorismos. Sem dúvidas, um bom pretexto para parar na rotina e nos deixar seduzir pelos instantes acumulados entre os fios.
Sobre a curadora:
Alejandra Muñoz, uruguaia, residente em Salvador desde 1992, é arquiteta, mestre em Desenho Urbano e doutoranda em Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (FAU/UFBA). Foi professora de Historia e Teoria da Arquitetura na mesma instituição (1998 a 2001) e, desde 2002, é professora efetiva de História da Arte da Escola de Belas Artes (EBA/UFBA). Exerce diversas atividades relacionadas às Artes e Arquitetura, produzindo textos de história e crítica, e participando de júris e comitês de seleção. Foi curadora das mostras Saccharum BA (MAM-BA, jun.2009), Trajetos: Vauluizo Bezerra (MAM-BA, out.-nov. 2010), Genaro de Carvalho: De memória - Uma retrospectiva (MAB, dez.2010-fev.2011) e Paraconsistentes - 25 artistas contemporâneos da Bahia (em cartaz no ICBA), todas realizadas em Salvador. Atualmente integra a equipe curatorial do Programa Rumos Artes Visuais 2011-2013 do Instituto Itaú Cultural, coordenada pelo curador Agnaldo Farias.
Por Alejandra Muñoz, curadora
A galeria Passado Composto Século XX reúne três dos principais artistas da tapeçaria moderna brasileira numa perspectiva abrangente de fruição da arte têxtil, enquanto objeto estético, processo criativo, resultado técnico, repertório temático e trajetória profissional de seus realizadores. Três artistas, três tempos, três espaços: o baiano Genaro de Carvalho (1926-1971), o francês Jacques Douchez (1921-2012, radicado no Brasil desde 1947) e Jean Gillon (1919-2007, nascido na Romênia e naturalizado brasileiro). Da extensa produção dos três artistas, são focalizadas tapeçarias planas produzidas entre os anos 1950 e 1970, acompanhadas de cartões-modelo e estudos organizados em grandes temas que evidenciam uma linha estética muito próxima e referências comuns. Tal legado que, em termos históricos e estéticos, coincide com o Movimento Tropicalista, foi fundamental para a afirmação de uma brasilidade moderna, talvez pouco conhecida ou quase esquecida pelo grande público de hoje.
O francês Jean Lurçat (1892-1966) foi o grande mestre de referência dos artistas tapeceiros modernos, dentre eles, Jean Gillon, que conheceu Genaro de Carvalho e com quem manteve longa amizade e admiração comum pelo trabalho de Lurçat. Em 1954, o próprio Lurçat esteve no Brasil e, passando por Salvador, conheceu o ateliê de Genaro que começara a fazer suas primeiras tapeçarias no ano anterior. No ano seguinte, a Enciclopédia Delta Larousse já se referia a Genaro como o fundador da tapeçaria-mural no Brasil. Segundo Gillon, embora desde fins dos anos 1940, ele aprendera técnicas de tapeçaria, foi graças à "recusa" de Genaro de produzir tapeçarias de seus desenhos que o "obrigou" a fazer as suas próprias em fins dos anos 1960. Mas, muito antes, em 1957, São Paulo já contava com importante centro de produção de tapeçarias, o ateliê Douchez-Nicola, que tinha teares comprados da pioneira fábrica Tapetes Regina, de Regina Graz. Jacques Douchez, discípulo de Samson Flexor (1907-1971), foi integrante desde 1951 do Atelier-Abstração e participou com tapeçarias das 7ª, 8ª e 9ª, 11ª e 13ª Bienal de São Paulo, sendo um dos principais impulsores da arte têxtil no Brasil e um dos idealizadores da I Mostra de Tapeçaria Brasileira realizada na FAAP, em 1974.
No momento atual de retomada e revisão dos valores modernos brasileiros, o resgate da produção de tapeçaria é não apenas pertinente como necessário para o redimensionamento da complexidade da arte brasileira. As obras de Genaro, Douchez e Gillon, além do deleite visual e estético, refletem uma brasilidade sutil, afastada de clichês e folclorismos. Sem dúvidas, um bom pretexto para parar na rotina e nos deixar seduzir pelos instantes acumulados entre os fios.
Sobre a curadora:
Alejandra Muñoz, uruguaia, residente em Salvador desde 1992, é arquiteta, mestre em Desenho Urbano e doutoranda em Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (FAU/UFBA). Foi professora de Historia e Teoria da Arquitetura na mesma instituição (1998 a 2001) e, desde 2002, é professora efetiva de História da Arte da Escola de Belas Artes (EBA/UFBA). Exerce diversas atividades relacionadas às Artes e Arquitetura, produzindo textos de história e crítica, e participando de júris e comitês de seleção. Foi curadora das mostras Saccharum BA (MAM-BA, jun.2009), Trajetos: Vauluizo Bezerra (MAM-BA, out.-nov. 2010), Genaro de Carvalho: De memória - Uma retrospectiva (MAB, dez.2010-fev.2011) e Paraconsistentes - 25 artistas contemporâneos da Bahia (em cartaz no ICBA), todas realizadas em Salvador. Atualmente integra a equipe curatorial do Programa Rumos Artes Visuais 2011-2013 do Instituto Itaú Cultural, coordenada pelo curador Agnaldo Farias.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Alegres intervenções do Picasso Do POVO
Quem passeia por Salvador vai ver estampada em muros e praças a arte dos mosaicos.Pedaços de azulejos que fazem grandes paineis narrativos nos muros,ladeiras ou qualquer lugar permitido na louca paisagem urbana.
Recentemente em minhas aulas de artes apresentei aos pupiplos as obras que viam mas como muitos ainda desconheciam o autor.
É um dos artistas que mais contribui para intervenções artísticas na cidade com
obras feitas a partir de diversas técnicas e espalhadas em vários cantos
e pontos da capital baiana.
O artista plástico
Bel Borba
nasceu e possui ateliê em Salvador-BA cursou a Escola de Belas
Artes da Universidade Federal da Bahia.
Nascido em 1957 se dedica à Pintura, Escultura (usando aço, madeira, pedra e fibra de vidro), e confecciona painéis de Mosaicos, Azulejos etc.
Nascido em 1957 se dedica à Pintura, Escultura (usando aço, madeira, pedra e fibra de vidro), e confecciona painéis de Mosaicos, Azulejos etc.
No decorrer dos anos já participou de inúmeras exposições,
individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.
Algumas das obras de Bel Borba podem ser vistas no Candeal, onde
construiu uma serpente em aço inoxidável com 85 metros de comprimento,
como também o mosaico que orna a bica do bairro, na Rua 18 de Agosto.
Em
1997, Bel Borba lançou o projeto “novo grafismo de rua”, que lhe
permitiu realizar uma iguana em mosaico numa encosta da avenida Juracy
Magalhães. Logo depois, cobriu de mosaicos os pontos de ônibus, as
árvores, as pedras, os postes e encostas do bairro da Amaralina, no bairro da Boca do rio,
na Av. Contorno, Avenida Garibaldi, no bairro do Rio Vermelho e nos muros de várias escolas públicas ou privadas.
| Muro com Arte |
| Esculturas no Bairro do Rio Vermelho/Salvador |
Homenagem ao Piloto Brasileiro Ayrton Senna |
| Painel de Mosaicos de Bel Borba Hospital Aliança Salvador-BA |
![]() |
Obras na praia de Itapuã.São mosaicos nas paredes,em bolas de concreto que retratam as figuras típicas de Itapuã e da BahiaO artista passou durante 30 dias por diversos bairros da cidade, e criou instalações inspiradas no cenário urbano nova-iorquino.Aqui reportagem completa |
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